Segundo o estudo coordenado pelo Fórum Europeu para as Fontes de Energia Renovável (EUFORES), que reúne 1270 especialistas europeus, o grande salto qualitativo de Portugal neste ranking justifica-se pela evolução positiva na eficiência energéticas na indústria, nos transportes e nos edifícios.

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A Europa comprometeu-se atingir a neutralidade carbónica em 2050 para fazer face à ameaça existencial das alterações climáticas. A pouco menos de três décadas desse objetivo, que requer a transformação de todo o sistema energético, em particular no setor da construção e climatização de edifícios, permanecem muitas incertezas sobre qual o caminho ou caminhos para a descarbonização.

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As metas previstas no Plano Nacional de Energia e Clima 2030 são exigentes e dependem do envolvimento de todos, não só das empresas, mas também do cidadão comum. Impõe-se, por isso, a necessidade de estabelecer políticas fiscais promotoras da transição energética com determinados incentivos fiscais que beneficiem certas escolhas e comportamentos em detrimento de outros.

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De acordo com a AIE, a utilização de energias renováveis aumentou 3% em 2020, ao mesmo tempo que a procura de todos os outros combustíveis diminuiu.
Contratos a longo prazo, acesso prioritário à rede e instalação contínua de novas centrais sustentaram o crescimento das energias renováveis, apesar da menor procura de eletricidade, desafios na cadeia de fornecimento e atrasos na construção em muitas zonas do mundo.
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