Adaptação do edifício à localização e, principalmente, à sua utilização, escolhendo as soluções adequadas ao consumo. Esta nova forma de pensar a construção implica, em média, um acréscimo de investimento que não ultrapassará os 5%, mas que rapidamente se dilui na eficiência energética do edifício.

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A Comissão Europeia vai emitir 250 milhões de euros em obrigações verdes até ao final de 2026, por forma a financiar a recuperação pós-crise, mas também a atrair investimentos sustentáveis na União Europeia (UE). Em cima da mesa poderão estar investimentos para “aumentar a eficiência energética dos edifícios”, e para priorizar as energias limpas e os transportes não poluentes.

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